MENTALIDADE CONSCIENTE: Como desenvolver força mental - lições de Nelson Mandela
A coluna desta semana faz uma análise sobre a missão dos seres índigos, o impacto humanista de figuras como Mandela e a importância de assumirmos o comando de nossas almas para evitar conflitos globais e acelerar a regeneração do planeta.
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O objetivo dessa Coluna semanal é elevar a nossa autorreflexão a um patamar de vibração na frequência de energias saudáveis para bem viver em harmonia e auxiliando a necessária egrégora de amor que a transição planetária precisa.
Hoje, vou tratar sobre um avatar humanista que mudou a história de seu país e serviu de exemplo ao mundo. Em tempos de confusão geopolítica, seu legado merece ser resgatado para que haja mudança mental nos líderes e nas relações humanas. Falo de Nelson Mandela, o ícone que encerrou o período do Apartheid na África do Sul.
Ao ser eleito em 1994, o país vivia sob o clima de guerra civil, mas em seu discurso de posse, Mandiba, como era carinhosamente chamado pelo seu povo, decidiu reconciliar negros e brancos após décadas de conflitos e sangue. Usou a expressão Nação Arco-Íris para celebrar a união de diferentes raças e culturas vivendo juntas e em paz.
Recomendo assistir o filme, “Invictus”, com Matt Damon e Morgam Fremam no papel de Mandela. É uma obra prima que retrata de forma magnífica, o movimento feito pelo presidente sul-africano para unificar o país através da Copa do Mundo de Rugby. Há uma cena marcante, de um garoto negro se aproximando dos policiais brancos para ouvir como estava o jogo e com a sonhada vitória, os policiais e o garoto se abraçam, felizes, para comemorar o feito histórico. É uma linda cena que mostra o poder do esporte para unificar antagonismos.
Outro fato histórico marcante que retrata esse poder, foi quando os nigerianos pararam a guerra civil de Biafra, em 1969, para assistir o amistoso do Santos na cidade de Benim. O episódio histórico é conhecido como “o dia em que Pelé parou a guerra”.
De 27 anos na prisão à Presidência da República
Imagine a força mental de Nelson Mandela para permanecer 27 anos atrás das grades, após ser condenado à prisão perpétua, em 1964, por sua luta contra o Apartheid. Durante 18 anos, cumpriu pena na Ilha de Robben, quebrando pedra. Depois mudou de prisão até sair e após quatro anos, foi eleito presidente do país, consolidando sua história.
Para suportar com integridade e altivez espiritual, mentalizou, memorizou e leu diariamente um lindo poema que lhe serviu de mantra para mantê-lo erguido. “Invictus” de Willian Henley, encerra com duas frases poderosas: “Eu sou dono e senhor de meu destino; eu sou o capitão de minha alma”. Abaixo deixarei a integra desse comovente texto.
O salto evolutivo do espírito de Mandela, sua carga humanista, sua frequência de amor pela humanidade, fez o mundo admirá-lo. De tempos em tempos, recebemos esses avatares que deixam seu legado exemplar para nos lembrar de nossa missão nesse mundo cheio de confusão. Foi assim com Krishna, Lao-Tsé, Buda, Confúcio, Sócrates, Jesus, Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce, Chico Xavier e tantos anônimos iluminados.
Esses avatares são seres desprendidos e desapegados do ego, do controle e do poder terreno. Seus espíritos almejam o bem comum, o amor, a fraternidade universal. Portanto, qual o sentido da humanidade, em pleno 2026 do século XXI, se sentir ameaçada por uma nova guerra mundial? Qual o sentido da proliferação do ódio com tantos exemplos históricos que temos?
Um volumoso despertar da consciência pode mudar o rumo da história
Se nos falta maturidade e discernimento, vamos buscar o conhecimento e a vibração espiritual para descongelar o amor. Cada um dos avatares que citei tem histórias maravilhosas para tocar e amolecer os corações de pedra. Esses exemplos históricos precisam ser resgatados, conhecidos e compreendidos para neutralizar qualquer tentativa tola e nefasta de uma possível terceira guerra mundial.
Quanto mais pessoas despertarem a consciência, mais a egrégora de amor vai fortalecendo o campo energético do bem e da paz. Mais força mental vai existindo para desestimular a mentalidade do ódio e da guerra. O objetivo dessa Coluna é exatamente esse, ser um instrumento de reflexão para seus leitores ajudarem na expansão dessa consciência.
A oração e meditação são forças poderosas, bem como o exemplo pessoal. Afinal, como diz o ditado, “as palavras convencem, mas o exemplo arrasta”. Portanto, sejamos exemplos da praxis de amor. Assim, distensiona e tudo se torna mais fácil. O eletromagnetismo e a vibração vão ter fluidez no campo energético da felicidade.
Ao atingir a maturidade, percebi que nada pode ocorrer fora da persuasão, do convencimento, do diálogo e olha que num bom período de minha vida fui um rebelde e com espírito revolucionário. Me identifico como um dos seres índigos que reencarnou no planeta a partir dos anos 70. Foi meu caso. Nasci em dezembro de 1970.
Os seres índigos vieram com a missão de despertar a consciência humana, questionando e rompendo o sistema, promovendo mudanças sociais e espirituais e atuando com alta intuição, criatividade, sensibilidade e senso de justiça. São vistos como líderes e inovadores, mas muitas vezes diagnosticados com TDAH ou hiperatividade devido ao seu inconformismo com regras e padrões tradicionais.
A série The Chosen desperta a esperança!
Já escrevi sobre isso e vou repetir, um dos diagnósticos onde percebo a ascensão do despertar espiritual é os milhões de FÃS da série The Chosen – Os Escolhidos – que precisam se tornar bilhões. A série é um fenômeno mundial. Foi viabilizada com U$$ 11 milhões de dólares através de recursos coletivos de 16 mil contribuintes e sem um estúdio famoso.
O humanismo e amor dos atores que tiveram a missão espiritual de interpretar Jesus, os discípulos e os personagens históricos dos Evangelhos, foram os responsáveis pela explosão de audiência e do sucesso. Com isso, os recursos apareceram e a Lionsgate adquiriu os direitos mundiais de distribuição de todas as temporadas. Estou assistindo cada temporada pela segunda vez e não paro de me emocionar. Se ainda não assistiu, você encontra na Netflix e na Prime Video. Assista, seja tocad@ e vamos ampliar a egrégora para neutralizar as guerras e acelerar a transição do planeta para a regeneração chegar.
Willian Henley – “INVICTUS”
Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o capitão de minha alma.

Carlos Castro
Carlos Castro cursou Jornalismo no Ielusc, tem forte formação sindical e já trabalhou em diversas emissoras de rádio de SC. Liderou movimentos sociais, partidários e hoje é colunista do Chuville Notícias. Sua coluna semanal "Mentalidade Consciente" traz reflexões fundamentadas que servem de inspiração para a sociedade frenética atual. Contato: castrorevival@gmail.com










